Concurso "Uma Aventura... Literária 2022"
(Abra o link para mais informações!)
Este é o blogue da Biblioteca Escolar/Mediateca da EBI de Arrifes e, como tal, pretende assinalar as atividades que são dinamizadas neste espaço, numa perspetiva de abertura à comunidade escolar e de interação entre os seus vários elementos.
Na disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica todos os alunos das turmas do 7º ano A e B fizeram um trabalho de pesquisa sobre o dia 1 de novembro – o dia do “Pão por Deus”, os seus usos, costumes e tradições, em paralelismo com o dia de “Almas” – 2 de novembro.
Fizemos um trabalho de consulta do Dicionário de Símbolos da nossa biblioteca escolar como apoio ao trabalho a ser realizado. Foi feita a recolha de poemas e de canções alusivas à época, não esquecendo dos frutos do outono e da “saquinha de retalhos” para pedir o “Pão por Deus” a complementar a atividade desenvolvida.
Os trabalhos finais foram expostos na primeira semana de novembro na sala de
aula.
A professora de EMRC,
Zélia Borges
Vencedor do Óscar de Melhor Curta de Animação em 2012, The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore (Os Fantásticos Livros Voadores do Sr. Morris Lessmore) é uma homenagem à leitura e à literatura.
Dirigido por Brandon Oldenburg e William Joyce e escrito por este último, o filme tem início com uma tempestade que arrasta o Sr. Morris Lessmore e a sua casa para uma outra dimensão, devastando a sua biblioteca e varrendo as páginas de sua mais recente obra. Frustrado, Lessmore encontra uma casa habitada por livros voadores e redescobre a beleza da leitura.
A aluna Bianca Raposo Ventura, do 9.ºB, em contexto de sala de aula e a propósito da abordagem ao conto "A Aia" de Eça de Queirós, em leitura orientada, na disciplina de Português (9.º ano), elaborou o texto que a seguir se apresenta. Trata-se da continuação da história de Eça, logo após o seu desfecho: "E cravou o punhal no coração." O principal objetivo desta atividade foi o apelo à imaginação, à criatividade...
Todos estavam em choque. A rainha não sabia como reagir. Ela começou a chorar. Eram muitas perdas para suportar. Apesar de o seu filho não ter morrido, ela sentia a dor da Aia. A rainha sentia-se culpada por toda a situação, inclusive por ter baixado a guarda e ter deixado que o irmão bastardo do rei, alguém tão próximo da família, ter feito aquilo..
Ela sempre soube que o bastardo era orgulhoso, ganancioso e ambicioso, mas não a este ponto! Porém, agora era suposto levar a vida em diante. Começar um novo capítulo.
Anos mais tarde, quando o príncipe já era rei, um reinado de paz, diga-se, após saber da história que tinha marcado a sua infância, fez uma promessa: evitaria ao máximo o envolvimento do seu reino em qualquer tipo de guerra. Para além disso, todos os anos, no dia em que se assinalava a data da morte da mulher e do bebé que lhe salvaram a vida, ele ia aos seus túmulos renovar as flores que lá deixara, numa clara homenagem às suas vidas. Era também uma forma de o povo não esquecer o que havia acontecido.
E ele fez com que as gerações seguintes conhecessem este acontecimento. O seu maior desejo era deixar os seus pais, a sua Aia e o seu "irmão de leite" orgulhosos.
Lembramos que a obra Contos de Eça de Queirós integra o espólio da nossa biblioteca escolar. Para além do conto supracitado há outros 16 que integram a obra e que aguardam a tua leitura!
O concurso é promovido pelo Plano Nacional de Leitura (PNL2027).
É composto por três fases:
• Fase Escolar/Municipal,
• Fase Intermunicipal,
• Fase Nacional.